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O trabalho de acompanhamento é um processo lento e desgastante. Nosso
grupo foi, desde 1999, mal interpretado, incompreendido, tomado como partidário
e oposicionista por quem estava e está no poder, tentaram até mudar o
horário das sessões da Câmara. Ação judicial movida contra o Grupo com
base na Lei Eleitoral foi julgada improcedente, pressões, promessas e
seduções foram feitas, sempre com o objetivo utilitarista da política,
bairrista e interesseira na sua fisiologia.
O grupo organizado em forma de ONG, cujos objetivos principais são justamente
os trabalhos de acompanhamento do Legislativo, defesa dos direitos dos
cidadãos, promoção da assistência social às minorias e aos excluídos,
defesa dos interesses dos contribuintes, entre outras, pôde fazer ao longo
desse período alguns dos seus objetivos, contando com as limitações de
quem é novo, inexperiente e bem intencionado, para não dizer ingênuo.
Da necessidade de termos uma atuação efetiva desse direito, até ações
na justiça foram necessárias, e sabemos o quanto elas representaram para
o grupo na forma de encargos e pressões, mas sabemos que para os cidadãos
bebedourenses representaram economia de alguns milhões de reais.
Mas para voltar ao nosso foco de atuação, o acompanhamento dos trabalhos
da Câmara Municipal nos leva à necessidade de avaliação dos vereadores.
Essa avaliação no início foi feita mais numericamente, julgando o interesse
da cidadania, mas achamos que cada cidadão deve fazer a sua avaliação,
a análise do seu vereador e daquele com quem mais simpatiza de uma forma
própria, acompanhando as sessões pessoalmente. Nos sentimos no direito
de mostrar os pontos, que a nosso ver, os cidadãos bebedourenses teriam
sido mais beneficiados se fossem alterados os critérios de atuação dos
vereadores:
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